• DESTAQUE DA SEMANA

14 de outubro de 2012

Especial: Os cantores de Sucesso dos anos 90


Grandes vozes e grandes personalidades. Eles fizeram o carnaval da Bahia ganhar forma e ser uma das maiores indústrias do mundo da música.


Ele é considerado o Gogó de Ouro da Bahia. Simpatia e alto-astral são os seus pontos fortes. Com 30 anos de carreira, 13 como líder da Timbalada e um ano como cacique no Grupo Tribahia, agora Carlos Augusto Rodrigues de Brito, o Ninha, coloca o Trem de Pouso nas pistas da alegria.
  
Ninha estududou o seu primário na Timbalada,  Passou para o nível médio, que foi a Tribahia e hoje é universitário na banda Trem de Pouso. 
Ninha sempre foi artista e só agora está tendo a oportunidade de administrar sua carreira. 

O Gogó de Ouro da Bahia está a todo vapor com seu novo projeto, o CD ‘Minha História’, que marca a comemoração dos seus 30 anos de carreira, e consolida a história da banda. Aos 52 anos, Ninha se sente firme e forte, e com mais experiência e sabedoria neste seu novo trabalho. Além das raízes baianas, o novo CDtem a influência de vários estilos musicais e mesclaos sons latinos, africanos e dominicanos, que prometem agitar o público.

O Cd é composto por 13 faixas, das quais 12 são inéditas, além de um pout-pourri de músicas que marcaram a sua carreira desde a época da Timbalada.A música “Maria” é de autoria dos compositores Nogueira, Guiga Scott e Anderson Luz, e faz uma homenagem a todas as mulheres através da ‘Maria’ da canção. Cheia de ritmo e swing, a música traz os batuques da percussão e a marca do saxofone, um estilo dançante que irá agitar a galera nos ensaios de verão.
Ninha irá lançar os ensaios para o verão, e promete agitar as noites de Salvador com seus novos sucessos. Depois da estreia nos dias 1 e 2 de novembro, os ensaios continuarão, todas as terças feiras no Padaria Bar, localizado no bairro mais boêmio de Salvador, o Rio Vermelho, e todas as quartas na Let´s Go em Lauro de Freitas. Não faltarão opções para curtir o novo som de Ninha. De uma ponta à outra de Salvador e região metropolitana, ele promete muita animação e uma apresentação de qualidade para seu público. Na Let’sGo, os ingressos custarão R$ 30,00 (masculino) e R$ 25,00 (feminino), e na Padaria Bar, R$30,00 (masculino) e R$ 20,00 (feminino).  

Ricardo Chaves

O trio elétrico mudou  a trajetório musical de Ricardo Chaves, o cantor acabou se tornando um dos principais cantores da Bahia, além de ser considerado o melhor puxador de blocos de trio do país. Tudo começou no bloco Pinel, onde atuava como cantor. 

O tempo se encarregou de favorecer a explosão da música baiana inclusive no eixo Rio/São Paulo, fazendo Ricardo Chaves desistir da idéia de deixar Salvador. Mesmo depois de formado, foi se envolvendo cada vez mais com a música.
Em 1982, à frente da banda Pinel, ele fez o seu primeiro Carnaval. Permaneceu na banda por cinco anos. Nessa mesma época, paralelamente, era o cantor da banda Cabo de Guerra, uma das mais importantes bandas de rock de Salvador. Em 1986 foi convidado pela gravadora RCA para gravar seu primeiro disco-solo e se arriscou em mais essa aventura, emplacando o sucesso Taba, de autoria de Carlinhos Cor das Águas e Renato Mattos. Um ano mais tarde puxou o Bloco Frenesi, já tendo contrato fechado com o bloco Eva para 1988, onde ficou até 1992.
No Carnaval de 1993 Ricardo comandou o Crocodilo para o qual compôs a música que é até hoje sua marca registrada: O Bicho. Foi no mesmo momento em que os carnavais fora de época se espalharam pelo Brasil e Ricardo passou a ser presença garantida em todos eles. Ficou no Crocodilo até 1995 quando saiu para um de seus maiores desafios. Ricardo arrendou por seis anos o Coruja, um dos mais tradicionais blocos do Carnaval de Salvador que passava por um momento muito difícil. Depois de recolocar o bloco como um dos mais disputados, em 2002, estourou com dois grandes sucessos, a inauguração do seu camarote e em seu retorno ao Bloco Crocodilo, dessa vez no circuito da Barra. No ano de 2003, mais uma grande surpresa para os foliões, além do camarote e do Bloco Crocodilo, Ricardo estreou o seu Trio Off Road, trio independente que também agitou o folião da pipoca no carnaval. Desde 2007, Ricardo Chaves comanda na Barra, O Bicho. Com a proposta de fazer um bloco no qual os foliões sejam, em sua maioria, os mesmos durante os três dias de desfile, Ricardo tenta inverter uma tendência onde as pessoas saem cada dia em um bloco e, no entender dele, não criam fidelidade nem integração folião/ artista.
Experiente puxador de trios elétricos, 17 álbuns numa carreira gloriosa, Ricardo Chaves sabe bem como transmitir animação e emoção ao folião que o segue religiosamente em todos os apresentações pelo país.
Ricardo tem um público bem definido, fiel e ávido para ser abastecido por suas novidades. Como um grande inovador, a cada ano ele prova que carnaval se faz com profissionalismo, alegria e com admiração de seus fãs espalhados por todos os cantos, nascendo a cada ano, um novo fã clube com associados cada vez mais encantados com o carisma desse grande artista.
Em dezembro de 2008, Ricardo gravou uma parte de seu DVD mais recente “Estado de Espírito”, durante a realização do Carnatal, a micareta da cidade de Natal que é o maior carnaval fora de época do Brasil onde Ricardo comanda desde 1993 o bloco Bicho. A outra parte, com quatro músicas de autoria própria, foi gravada e filmada em estúdio com as participações de Gal Costa, Denny, Margarette Menezes, Leo Maia e Fernanda Farani.
Com a carreira que se confunde com a história do que ficou conhecido como “Axé Music”, Ricardo segue fazendo a alegria de milhares de pessoas de várias gerações que não resistem ao astral da sua música.
Recentemente o cantor lançou o seu novo albúm intitulado de "Tudo de Bom".
O cd possui 12 canções, incluindo duas regravações e várias faixas inéditas autorais. Entre elas, a canção que dá nome ao cd, “Tudo de Bom” “Cordel do Fim do Mundo” (música inspirada na arte do repente), a tranquila “Lábios Vermelhos” e “Avesso” (parceria com Manno Góes e Levi Lima). O cd já está a venda no site da Telepesquisa, com preço promocional de lançamento.





Luis Caldas

Natural de Feira de Santana e infância em Vitória da Conquista, Luiz Caldas começou cedo na música. Aos sete anos fez a primeira incursão em banda mirim e não parou mais. 

Estreou em show imitando Michael Jackson, então integrante do grupo Jackson Five, e após a apresentação teve a certeza que seria artista da música, como de fato veio a ser.
Na adolescência, como um andarilho em busca de realizações, integrou dezenas de bandas de bailes que atuavam no interior baiano. Foi a fase marcada por experimentalismo, amadurecimento como multi-instrumentista e construção de uma base musical das mais sólidas e que culminou com a criação da Axé Music, em 1985.
Jovem e talentoso, notabilizando-se como multiinstrumentista versátil, foi convidado para tocar no Trio Elétrico Tapajós, de Orlando Campos, estreando oficialmente num disco do Tapajós com a canção Oxumalá, grava em 1979 e lançada no ano seguinte. A canção já trazia no arranjo os genes sonoros da Axé Music.
Ainda no Tapajós, criou a banda Acordes Verdes, pois sentia a necessidade de fazer um som diferente e investir ainda mais na carreira solo. Rapidamente ganhou espaço no cenário musical de Salvador, atuando no estúdio de Wesley Rangel (WR), se apresentando no Circo Troca de Segredos e tocando em agremiações de Carnaval, como o Bloco Beijo.
Com o disco Magia, lançado em 1985, mostrou para o Brasil a força de sua música, batizada então de Axé Music. Fricote, também conhecida por Nega do Cabelo Duro, parceria com Paulinho de Camafeu, estourou nas rádios brasileiras. Criador dessa sonoridade híbrida maturada nas bandas de baile, Luiz Caldas abriu as portas para os novos artistas baianos que queriam fazer a mesma sonoridade. Os muitos seguidores ganharam voos próprios e estão aí fazendo sucesso.
Passou pelo bloco Camaleão, se tornou figura carimbada no programa Cassino do Chacrinha, virou capa da Revista
Veja (1987), emplacou a canção Tieta, na novela homônima da Rede Globo, e registrou recorde sobre recorde em vendagens de discos nos anos de 1980, numa época sem internet para alavancar a imagem.
Com tanta explosão de criatividade, fez com o parceiro César Rasec o CD Melosofia, em homenagem a 10 filósofos, e recentemente, assinando todas as canções, lançou 130 músicas inéditas e em vários estilos, transitando com desenvoltura pelo mundo do rock, forró, MPB, instrumental de violão, samba, superpopular, trio elétrico tradicional, axé e em língua tupi. Nesta época, conheceu o amigo André Abujamra, ficando parceiro em vários projetos musicais.
Neste ano de 2012, trabalha em mais 12 discos temáticos, também com canções inéditas, totalizando mais 120 novas músicas.
Este é o Luiz Caldas pode ser resumido em música universal e sem fronteiras.
Dentre as ações sociais, tem participado de campanhas governamentais e atividades afins, como Natal Sem Fome, Acessibilidade, palestra em presídio e palestra educativa junto a estudantes de escolas públicas.
O ano de 2011 será muito especial para o cantor, compositor e multiinstrumentista Luiz Caldas, pois marcará a passagem dos 40 anos de carreira artística. Para celebrar o período dedicado exclusivamente à música, o criador da Axé Music programou várias atividades, dentre show e palestras. Para o Carnaval de 2012 e Verão, o artista apresentará shows temáticos com repertório renovado e dançante.
Nestes 40 anos de atuação musical, o criador da Axé Music assegura que vive o melhor momento da carreira. “Não posso me queixar de nada. Tenho uma trajetória consolidada na música brasileira. Sou conhecido e sempre recebo o carinho do público. Tudo começou no baile, passou pela profissionalização, pelo estouro da Axé Music em todo o Brasil e chega aos dias com a concretização dos projetos audaciosos, como as 130 canções inéditas e em vários estilos”, confessa.

Marcionilio

Marcionilio, cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador, é um dos pioneiros, da nova música baiana, filho de músicos é irmão da cantora Alobened (Ex Vocalista da BamDamEL), canta e toca desde a infância. Profissionalmente na década de setenta iniciou sua carreira cantando e tocando em bandas em Itabuna, cidade onde nasceu, até ser convidado pela banda Brasilian Beatles do Rio de Janeiro, para uma temporada no eixo Rio de Janeiro/São Paulo no início da década de oitenta.
Apresenta-se pela primeira vez no carnaval de Salvador, em l983, com a banda Phase no bloco Chuks, em seguida é convidado pelo trio e banda Tapajós, onde permaneceu até o carnaval de l985. Neste mesmo ano, vem um novo convite para o bloco e banda Eva, é sucesso no carnaval de l986, grava o tema do bloco, EVA ALEGRIA(Eduardo Gil), passa a ser uma das grandes atrações no carnaval da Bahia, grava seu primeiro disco intitulado "SINTA O PERIGO" e estoura nas rádios com TAXI(Carlinhos Brown/ Lui Muritiba), transfere-se para o bloco PIKE no carnaval de l988 e l989, nesse mesmo ano desvincula seu nome dos nomes dos blocos carnavalescos e junto com outros artistas, cria a ABAÍ(Associação Baiana dos Artistas Independentes) e passa a atuar também, em studios de gravação como músico, cantor, arranjador, compositor.
Em l996, convidado por músicos Argentinos, inicia temporada na Argentina, durante alguns meses, retornando em seguida a Salvador para apresentar-se no carnaval de 1997. Neste mesmo ano, retorna a Buenos Aires/ Argentina, numa temporada que durou mais de três anos e passou também em Punta Del Leste/ Uruguai.
Em 2000 esta de volta ao Brasil, apresenta-se no carnaval antecipado de Itabuna-Bahia junto com a cantora Ivete Sangalo e num trio eletrico independente. Participa do projeto SUA NOTA VALE UM SHOW, na CONCHA ACUSTICA de Salvador-Bahia junto com a banda Olodum com quem também faz mais alguns shows em na capital bhiana, apresenta-se no MERCADO LATINO AMERICANO, evento realizado no largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho.

Neste mesmo ano, intensifica sua participação em trabalhos sociais, desempenha atividades em diversos bairros da periferia de Salvador e na Ilha de Itaparica. Participa do Projeto Bem Aventurados, atuando com a multi-função de músico e engenheiro de som, nos shows e nas gravações do grupo e tambem com outras bandas como: Roots Ressurreição, Kebra Nagast e artistas como: Ras Ciro Lima, Leo Bazico, dentre outros levando ao gueto sua experiência musical e social. Entre 2001 e 2004 faz shows em Salvador e interior da Bahia e viaja para o Rio de Janeiro para fazer direção musical do show de sua irmã a cantora Alobened Airam(ex Banda Mel).
Em 2005, volta ao carnaval antecipado de Itabuna com a banda Nêga Maria, com Alobened Airam. Apresenta-se no Carnaval de Salvador, num trio independente e também com a Banda Eva, que comemorou 25 anos. Naquela oportunidade foi convidado a participar da gravação do novo CD e DVD da banda, Eva 25 anos, com a participação de Daniela Mercury, Durval Lelys(Asa de Águia), Luiz Caldas, Emanuelle Araújo, Ricardo Chaves, Ivete Sangalo e Saulo Fernandes.
Em 2006, 2007, participa mais uma vez do carnaval de Salvador, repetindo em 2008, 2009 e 2010.
Em 2010, faz apresentações no Projeto Pelourinho Cultural, na Praça Pedro Arcanjo, no Sarau de Itapuã e em diversas Casas de Espetáculo em Salvador.
No momento está de volta a Buenos Aires, fazendo shows, gravando e divulgando novas canções e videos do seu novo CD "SO SE DÁ," ensaiando com sua banda para novas apresentações na Argentina, no Uruguai e também no Brasil.

Tatau

Nascido no dia 22 de janeiro, Tororó, em Salvador, bairro onde surgiu o bloco Apaches, mais antiga entidade carnavalesca de Salvador com inspiração indígena. Tatau cresceu cercado das mais diversas influências musicais. Na adolescência o cantor escutava o jazz de Al Jarreau, e a soul music de Marvin Gaye, ambos cantores americanos. Apreciava também o que o pai gostava de ouvir: o samba de Roberto Ribeiro e a MPB de Benito de Paula. “Os finais de semana de meu pai eram tomados pela música, junto ao tocador de discos de vinil”, conta.
O que Tatau não imagina, além das mudanças tecnológicas que transformariam as enormes vitrolas nos minúsculos aparelhos que ouvimos música hoje, era que cada um desses artistas fossem mostrar para ele o caminho da música como profissão.
“Foram descobertas inconscientes e necessárias”, acredita Tatau. Inconsciente ou não, o fato é que aos 14 anos, Tatau já cantava e aos 16, já compunha. Aos 18 iniciou a carreira profissional com a entrada para a banda Ara Ketu, que estava então em formação. De lá para cá, compôs e interpretou dezenas de músicas de sucesso, gravou 16 discos e 03 DVD’s e se tornou um dos grandes intérpretes brasileiros.
Com o sucesso “Mal Acostumado” (Ao Vivo) em 1998, vendeu mais de um milhão de discos e chamou a atenção do cantor espanhol Julio Iglesias, que gravou clip da música na Bahia, cantando junto com Tatau. Durante todo esse tempo, Tatau incorporou ao seu repertório as influências da infância e juventude, da música produzida na Bahia pelos blocos afro e de índios, acompanhou as novidades introduzidas pelo trio elétrico, e esteve à frente da banda Ara Ketu por mais de 20 anos.
Em 2008, o cantor deixou a banda para iniciar carreira solo. “Levei alguns anos para estruturar e direcionar minha carreira. Hoje, com a idéia bastante amadurecida, aposto nesse novo caminho, com mais autonomia e mais abrangência”, explica Tatau. 
Em uma temporada de 04 anos solo deixou os comando do Araketu com a jovem Larissa Luz que comandou a manda até o carnaval de 2012. Tatau retorna o Araketu com um CD/DVD ao vivo grabado na Concha acústica em Salvador com a participação de Ivete Sangalo e Daniela Mercury outra novidade é que o bloco foi confirmado em três dias no carnaval de Salvador.

Sergynho 

Sérgio Barbosa Ribeiro, conhecido por Sergynho (Cruz das Almas, 10 de Agosto de 1970) começou sua carreira na banda Papa Léguas onde lançou a 2 discos e desapontou no carnaval de Salvador onde já foi consagrado como um dos maiores puxadores de Trio elétrico da bahia. Criou vários bordões no carnaval de Salvador como "Tira o pé do chão" e "Joga a mão pra cima" trouxe uma nova forma de fazer trio elétrico ao carnaval. Com o sucesso no Papa Léguas foi convidado para assumir o bloco Cheiro e dividir os vocais da Banda Cheiro de Amor com Márcia Freire aonde lançou dois discos e emplacou sucessos como "Fazer o bem" e "Me sinto só".
Mais o grande alto da sua carreira foi quando assumiu os vocais da Banda Pimenta Nativa criada especialmente para ele, diz que Márcia e Serginho não se davam bem e foi decido pela criação do Pimenta Nativa e Márcia continuar sozinha no Cheiro de Amor.
Na banda PIMENTA N´ATIVA onde lançou 10 discos,  recebeu vários discos de ouro, vendeu milhões de cópias e é considerado um dos melhores puxadores de trio da Bahia e tem vários títulos recebidos nos melhores eventos de axé music pelo Brasil. 
Comandou blocos consagrados no carnaval de Salvador como Pinel, Cheiro, Papa Léguas, Internacionais, A Barca e Fecudança emplacou hits nacionais como "Maria Joaquina", "Tantã" e "Tem Pimenta". 
Em 2004 veio o anuncio da saída do "Pimenta Nativa" e a carreira solo anunciada sem parceria com o Grupo Cheiro, esse período foi bastante complicado na vida de Sergynho pelo fato de ter muitos problemas pessoais ficou fora do circuito de micaretas e de novos trabalhos por quase 04 anos. 
Em 2009 veio uma nova surpresa foi anunciado a volta de Sergynho a Pimenta Nativa.
Essa segunda passagem pela Pimenta não chegou nem perto do grande sucesso do que foi a primeira, a banda voltou a participar do Carnatal, Pré Caju mais não esteve no carnaval de Salvador o que gerou uma nova crise entre Sergynho e Grupo Cheiro e em 2011 veio o anúncio do termino do contrato e Sergynho novamente seguiu em carreira solo.
Hoje o cantor se apresenta solo e está com dois projetos lançados um CD aonde canta todos os seus sucessos a frente da Pimenta Nativa e outro aonde canta versões de grande sucessos do carnaval de Salvador em forma de forró.